Disse adeus a um labirinto. O meu amigo advoga a total descrença, o labirinto era o predilecto. Não era um labirinto qualquer, tinha todos os segredos onde gosto de me aventurar. Digo ao meu amigo: muitos daqueles caminhos sem fim foram erigidos pelas minhas próprias palavras. Os seus segredos eram ecos das minhas fragilidades. O labirinto crescia em torno de promessas que nunca se iriam cumprir. Estive encerrado no labirinto longo tempo, mas bastou traduzir em dois segundos o pensamento em verdades para aquele edifício sem fins se desmonorar. A verdade é a melhor conselheira do coração.
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